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quarta-feira, 2 de março de 2016

O.M. AIVANHOV - Março 2016 - Parte 2 



Bem, caros amigos, vamos retomar nosso debate, se podemos dizer, e os esclarecimentos que lhes pareçam úteis.
Então, bênçãos, momento de silêncio em comunhão...


… Silêncio…


Questão: outubro de 2011, dezembro de 2012, janeiro de 2016, três prazos claramente anunciados e orquestrados por vocês durante meses e, por vezes, anos, prazos cada vez ultrapassados no silêncio, sem reais esclarecimentos de sua parte.
Essa «iminência crônica» que vocês cultivam, é ela uma estratégia da Luz para levar-nos ao afinamento da consciência e do abandono?

Não, eu não creio.
Em 2012, era uma transformação e, como eu disse, parece-me, na entrevista anterior, esses episódios de datas reproduzem-se muito regularmente.

Eu não vou voltar a mergulhar no passado da humanidade, mas vocês sabem que houve, já, períodos nos quais todo mundo esperava com terror, eu diria, por exemplo, no ano 1.000.

Mas eu lhes falei de prazos anteriores, mesmo, a 2011, que foi, por exemplo, o ano 2.000, no qual nada aconteceu de visível.

É preciso, efetivamente, compreender, e nós o temos explicado a cada vez, que o avanço da Luz, representado pelo Apelo de Maria e a chegada de Hercobulus, seguia uma dinâmica, se posso dizer, e uma cinética que nada tinham a ver com o tempo, tal como nós o compreendemos quando estamos encarnados.

Agora, quando falamos da liberação da Terra, efetivamente, essa etapa realizou-se.
Ela se realizou através de sintomas, sinais que vocês têm vivido em seus corpos.

Agora, quando vocês falam de finalidade, quer seja através dessa questão ou a maior parte das questões, vocês todos esperam o fim dessa terceira dimensão.

Mas esse fim, ele se produz em vocês individualmente, até certo limiar, ao mesmo tempo em intensidade e, eu diria, em número de irmãos e irmãs que vivem os processos.
Hoje, nada mais há de tudo isso.

Eu disse na última vez, em dezembro, que havia uma contagem regressiva, uma data limite, um fenômeno de elástico, e eu disse, mesmo, que os maus rapazes, como eu os chamei durante anos, nada poderiam.

É, efetivamente, assim.

Não há estratégia de cenoura e de vara agora, porque os processos estão, diretamente, em curso.

Mas agora, essa questão, como inúmeras outras, fazem apenas traduzir, se posso dizer, a impaciência da pessoa em seu limitado, que quer reencontrar a totalidade de sua eternidade ou de seu ilimitado ou de seu eterno ou de sua Existência, chamem-no como quiserem, de maneira irremediável, definitiva e clara para o conjunto da humanidade.

Eu disse, na última questão antes de nossa pausa, que esse processo estava registrado oficialmente.
Ele está registrado, ele está inscrito, ele está inscrito em datas, e eu disse, também, que ninguém conhece a data do fim da terceira dimensão.

O ciclo que se produziu entre 2005 e 2012 foi o ciclo de liberação da Terra que foi consumado, eu diria, mesmo, em fevereiro do ano de 2012.

Em seguida, havia probabilidades de que houvesse concordância com algumas datas que vocês conheciam, porque nós havíamos falado delas e elas são onipresentes, que era o calendário Maya.
Eu disse, também, há pouco, o que representam, mesmo, cem anos em um ciclo de cinquenta e dois mil anos?

Então, é claro, para sua vida limitada que dura, em geral, menos de cem anos, a perspectiva não é a mesma, é claro.
Mas, novamente, e eu o redigo desta vez, as datas foram dadas, elas não serão mudadas nem por nós nem por vocês nem pelo que quer que seja que viria interferir com a própria Fonte.

Aí está o que eu posso dizer.

Agora, é livre a vocês desviar-se do que nós lhes dizemos e continuar a viver uma vida inscrita entre o nascimento e a morte.
Vocês são muito numerosos a terem apreendido – e eu falo intelectualmente – mesmo sem tê-lo vivido, que, mesmo as grandes leis espirituais, como o carma, por exemplo, a reencarnação, são apenas ilusões que foram criadas pelos Arcontes e que não têm realidade objetiva alguma em relação ao que vocês são.

O que espera, e o que sempre esperará uma data precisa com um evento coletivo, é a pessoa.
Nós lhes falamos de eventos coletivos precisos: o Apelo de Maria, as Trombetas, os famosos três dias, os cento e trinta e dois dias, tudo isso em função do que nós analisamos de nosso ponto de vista.

Os marcadores, em vocês, são, obviamente, as modificações de seu estado de consciência e as modificações de sua vibração e, se querem, diferentes ativações que se produziram em vocês.

Agora, eu os convido, uns e os outros, a entrar no mais profundo de si e ver onde está a verdade.
É claro, vocês podem dizer: nós mentimos a vocês.
Ora, nós não mentimos sobre nada do que se desenrolava ao nível individual.

A Onda de Vida, por exemplo: eu os remeto ao ano 2011, os primeiros irmãos e irmãs que viveram a Onda de Vida – e aqueles que não a viviam, para eles, isso não existiu.

Houve, mesmo, eu diria, uma espécie de forma de cisão ou de separação entre aqueles que se nutriam de Luz, por nossas vindas, por nossas reuniões, entre aspas, e aqueles que se tornaram, realmente, a Luz.

Enquanto você não se tornou, integralmente, sua eternidade, ou seja, liberado vivo – mas, ainda uma vez, podem-se empregar outras expressões – o que você tem a fazer com o fim coletivo, uma vez que você chegou ao fim da ilusão que lhe é própria, ou seja, a ilusão de sua pessoa?

Haverá, sempre, na clarividência, na mediunidade, na espiritualidade, essa noção de esboço etéreo, de nova matriz, de visão no futuro, que corresponde a coisas, linhas de probabilidade que eu chamei de laços temporais há pouco.

Agora não há estratégia da Luz.
Houve a estratégia, se querem, de dizer coisas que iam produzir-se, mas nós jamais dissemos que era o fim da terceira dimensão até agora; nós temos falado de liberação da Terra e de liberação individual.

O momento coletivo dependia da liberação da Terra, dependia, antes do ano 2011 também, do que eu havia chamado de um limiar crítico de irmãos e de irmãs que haviam ativado uma ou várias das Coroas Radiantes, antes, mesmo, da Onda de Vida.

Agora, o que está registrado oficialmente, está registrado na Eternidade.
Resta registrá-lo, de maneira visível e tangível, para toda consciência presente na superfície da Terra, e está, nesse momento mesmo, desde o mês de dezembro; eu fui muito claro sobre isso.

Agora, enquanto vocês ficam na análise da pessoa, é claro, vocês vão dizer que nada se produziu – de tangível – e, no entanto, produziram-se coisas concretas, geofísicas, que eu já havia anunciado, em parte, em minha encarnação, permanecendo muito evasivo sobre o Absoluto, por exemplo.

Eu dizia, já, que havia algo acima do bem e do mal; eu dizia que havia um princípio que estava além dessa dualidade.
É claro, à época, muitos irmãos e irmãs que me seguiam, que viviam ao meu lado, não puderam ir mais longe do que a superação da dualidade do bem e do mal.

Hoje, há processos coletivos que estão em curso, e todos os sinais do painel estão em vermelho sangue.
Isso quer dizer que o processo é, realmente, lançado de maneira objetiva, o que quer que nós digamos e o que quer que nós dermos como elementos.

Portanto, não há estratégia deliberada da Confederação Intergaláctica de Luz, uma vez que nós esperamos, nós também.

Eu os lembro, de qualquer forma, que faz trinta anos que eu parti desse plano, e trinta anos que eu, paciente, eu também, espero, se posso dizer.

Mas essa paciência não se acompanha de uma impaciência, nem de uma aspiração, nem de um desejo, mas, sim, da evidência do que ia desenrolar-se nos trinta anos que se escoaram a partir da primeira descida do Espírito Santo, eu os lembro, em 1984.

Aqueles que vivem a abertura, aqueles que vivem a Liberação, aqueles que vivem os processos místicos autênticos podem estar interessados pelos eventos, tanto exteriores como interiores, e divertir-se a procurar os diferentes sinais da consumação de um ciclo.

Hoje, eles são onipresentes ao redor de vocês, e sem mesmo falar do que nós lhes dizemos ou do que vocês interpretam, ou da maneira pela qual vocês se nutrem de nossos contatos.

Há, é claro, um processo interior que prima, antes de tudo, uma vez que esse mundo não existe; ele é uma ilusão, ele é efêmero.
Ele é real, tangível, entretanto, continua uma ilusão, e nada representa, absolutamente, em relação à Eternidade.

Era preciso, de algum modo, quebrar o círculo vicioso da reencarnação, da impressão, e que eu, no entanto, ensinei, durante toda a minha vida: procurar o bem, purificar-se, subir em vibração, como vocês dizem hoje e como nós dizemos com vocês, elevar seu nível de consciência e seu nível vibratório.

Vocês devem elevá-lo até um ponto no qual não há mais qualquer dúvida em vocês sobre o que vocês são, não intelectualmente, mas através da vivência direta do que foi nomeado, por numerosos intervenientes, a Infinita Presença, a Última Presença e todos os mecanismos da consciência que se manifestaram para alguns de vocês, a partir do ano de 2011, como as deslocalizações da consciência, a multidimensionalidade.

Agora eu os convido a olhar em si mesmos, como eu disse: o que é que está impaciente, o que é que faz com que você deseje pôr fim à ilusão, enquanto não é você que decide?

É claro, vocês têm a possibilidade, como alguns seres infelizes fizeram, de pôr fim aos seus dias, mas pôr fim aos seus dias é colocar-se contra a Vida, mesmo no confinamento.

O importante era romper o círculo vicioso.
Os processos vibratórios que se desenrolaram, a ativação do que lhes foi nomeado de Estrelas, Portas, a ativação do Espírito Santo, a ativação da Onda do Éter, tudo isso é bem real, uma vez que vocês o vivem, e é perfeitamente reprodutível.

A única coisa que não é reprodutível é o momento final; o momento final é o real desaparecimento dessa 3D.
Mas qual diferença você faz se, para você, há uma diferença, entre o fato de dormir, o fato de estar alinhado, de viver o Êxtase, de viver a Alegria e a Felicidade, e o fato de estar impaciente sobre o momento final?

Eu já disse, no mês de novembro, antes de dar a cronologia dos eventos do fim do ano 2015 e do ano 2016, que era essencial colocar-se no Coração do Coração.
Porque no Coração do Coração não pode haver impaciência nem sentimento de tempo que se prolonga.
Tudo está perfeita e oficialmente registrado e tudo está perfeitamente em ordem, segundo a Inteligência da Luz.

Agora, se você mesmo, através do que nós dizemos, através do que você pensa, através dos sinais tangíveis que você observa na Terra, você não poderá escapar de seu efêmero enquanto não está conectado, não mais de modo intermitente, mas de maneira permanente, ao que você é, em Verdade.

Portanto, o que colocará, sempre, a questão de um fim, e isso se produziu, como vocês dizem, com razão, em diferentes momentos, ao longo de todos esses anos, faz apenas reforçar sua negação ou reforçar sua aceitação.
Você não pode ficar neutro.
Se você tem lido, se você tem ouvido, se você teve o que eu chamaria de uma diligência sincera para encontrar a Luz, se você é afetado por esse tempo que se escoa de modo linear ao nível coletivo, falta-lhe, ainda, alguma coisa: é soltar todas essas noções de datas.

As datas eram importantes, nós havíamos mostrado que essas datas podiam ser importantes para reuniões, quer seja para as reuniões importantes das Núpcias Celestes, com as doze etapas e, em seguida, as Etapas.
Nós temos mostrado que havia eventos vibratórios e de consciência que eram, também, importantes, e que consagravam um número sempre mais importante de consciências de irmãos e de irmãs na Terra.

Hoje, nós podemos apenas ver o que se desenrolou e o que foi registrado oficialmente, ou seja, não mais a liberação da Terra, mas a liberação coletiva da humanidade.
Ela é, mais do que nunca, concluída.

A partir da atribuição vibral que lhes deu esclarecimentos sobre seu posicionamento, o tempo que passa permite aos irmãos e às irmãs que estão, ainda, na negociação – que é, eu os lembro, a terceira etapa do Choque da Humanidade – posicionarem-se com firmeza, segundo as escolhas da pessoa, se ela existe, segundo as escolhas da alma, se ela existe, ou segundo a liberdade irrevogável do Espírito.

Todo o resto é apenas, eu diria, um passatempo.

Se você está marcado pelo tempo, se você está marcado pela decepção, se você está marcado pela negação ou pela raiva, eu o convido, simplesmente, a olhar em si mesmo, não o que não funciona, mas a olhar ainda mais a Luz que você é, não para olhar-se dentro, mas para, realmente, ter a prova absoluta disso.

Se você está liberado, você não tem o que fazer com o tempo que passa, porque cada minuto e cada sopro de sua vida é tão repleto da energia do Amor, de Luz e de Vida que você é totalmente independente dos eventos.

E eu diria, mesmo, que, no momento do Apelo de Maria, no momento das Trombetas, isso não lhe dará nem calor nem frio.
Você cairá na estase sem, mesmo, pensar nisso, e o que você vive, nesse momento, e de maneira, talvez, ainda mais intensa do que a partir dos anos 2012, é sua aptidão para desaparecer, sua aptidão para manter a consciência em suas últimas franjas de manifestação.

O resto nada é, absolutamente.

Esse gênero de questão faz apenas chamá-los – para aqueles que têm esse gênero de interrogações – a irem ainda mais profundamente em si mesmos, porque vocês não podem definir o instante presente que é o seu, pessoal, em relação a um evento coletivo.

Mesmo, é claro, se toda a história que nós construímos: os Conclaves Arcangélicos, as Radiâncias Arcangélicas, as reuniões fixas quando das Etapas, quando das Núpcias Celestes, e bem mais tarde, em outras ocasiões, estiveram aí apenas para fortificá-los na decisão de sua Liberdade.

Agora, é preciso assumir o que resta a assumir, qualquer que seja sua idade, qualquer que seja sua condição e qualquer que seja seu estado ao nível da consciência.

Se há impaciência é que lhe falta paciência; se há raiva é que você esperava algo que ainda não se produziu, mas se você se vira em si, todas essas datas não têm, estritamente, importância alguma, doravante.

Elas tinham uma importância extrema bem antes das Núpcias Celestes, a partir de 1984, ou seja, mais de trinta anos em tempos terrestres, quando era preciso mobilizar as consciências, de algum modo criar uma mudança de paradigma e de funcionamento interessante, suficientemente, de irmãos e de irmãs, para recriar o que nós chamamos, no ano passado, a totalidade da Matriz Crística, cópia de seu corpo de Existência, aqui mesmo, na Terra.

Agora, conforme como você digere o que se desenrola nesse momento, ao nível coletivo – nesse momento, ou seja, depois de dezembro, o que dá apenas três meses – o que são três meses na Eternidade?

O que são apenas três meses para aqueles de vocês e, mesmo, o que são apenas dez anos para aqueles de vocês que peregrinam de corpo em corpo, há cinquenta mil anos?
É sempre a pessoa que ficará impaciente ou que temerá alguma coisa.

O objetivo era que vocês fossem cada vez mais numerosos.
Quando nós controlávamos, ao mesmo tempo, os Arcanjos, em conclave, ao mesmo tempo nós, até a liberação da Terra, e as Estrelas, é claro, havia necessidade de manter uma atenção e uma vigilância.

O ser humano não é, jamais, tão transcendente ou resiliente como nos momentos em que sua vida é ameaçada – pela doença, por uma catástrofe natural ou pelos eventos nomeados traumatizantes da vida, quais quer que sejam, nessa Terra.

Tudo isso fortificou vocês, eu diria que mesmo algumas raivas saudáveis da pessoa, ou negações da pessoa são, também, estruturantes para acolher sua eternidade.

Mas, para isso, não basta aceitá-la, não basta nela crer, mas é preciso vivê-la, inteiramente.
E agradeçam por esses tempos que serão abreviados, porque quanto mais o tempo arrasta-se, no sentido humano, mais, é claro, os dias de tribulações serão abreviados, o que quer dizer que os cento e trinta e dois dias não terão essa duração, como eu disse, para todo mundo.

O modo de viver o tempo, mesmo se o tempo seja mensurável como unidade física, através dos relógios, a revolução do planeta em torno do Sol, que fixa o ano solar, nada mais representa do que apoios.

A partir de agora eu lhes digo que é tempo, agora, de suprimir todas as muletas, tudo o que os nutriu.
Eu lhes disse, mesmo, que vocês podiam nutrir-se do interior, pela Luz.
O que lhes importa tudo o que vocês sabem que acontecerá – e que está aí?
A dialética e a problemática, não há mais isso, há apenas a viver o que a vida propõe a vocês, na serenidade, na paz.
Isso não os impede de construir sua vida em relação às atividades que vocês realizam: materiais, afetivas, profissionais.

Apenas algumas pessoas, como eu disse há pouco, têm criado planos sobre o cometa, em função do que nós dissemos, mas outros planos sobre o cometa foram criados bem antes de nós – vocês estão, talvez, no milésimo fim do mundo anunciado – e, no entanto, as provas são inumeráveis nessa Terra, bem escondidas aos seus olhos, dos diferentes cataclismas anteriores.

A vida não data de trezentos mil anos.
A experiência da consciência remonta, em termos terrestres de hoje, a centenas de milhões de anos.
A experiência da consciência era livre.
A Liberdade está em vocês, antes mesmo da liberação coletiva, que está registrada oficialmente, ela também.

Então, por que esperar o fim de alguma coisa?
O que é que os impede, hoje – esse discurso não teria podido acontecer antes da atribuição vibral – o que é que os impede, hoje, de estar na alegria?
O que é que os impede, hoje, de realizar o que a vida pede-lhes para realizar, mesmo se seu fim – por uma doença, ou coletivo – seja amanhã?
Você não é amanhã, você é aqui e agora, você é o instante presente – apenas aí é que há a Eternidade – e o único valor da Eternidade é o que você é – e o que nós somos, todos - ou seja, Amor e nada mais.

O Amor é Luz, nós o dissemos durante as Núpcias Celestes.
Mas vocês sabem, hoje, que por trás desse aspecto manifestado do Amor e da Luz há, é claro, a Fonte, mas que antes da Fonte, se posso exprimir-me assim – mas não é um antes que precede no tempo ou no espaço, é outra oitava, eu diria – há o Absoluto.

Há o que está além do princípio do bem e do mal e do princípio de evolução, o que vocês são, em verdade.
O que quer dizer que as duas realidades, como entre o Eterno e o efêmero de suas estruturas – dos casulos efêmeros e do corpo de Existência – vivem-se paralelamente, no mesmo tempo.
Quer você esteja no ventre de mamãe, quer você seja um velho, quer você seja um jovem ou que você seja maduro, se posso dizer, não há diferença alguma.

Portanto, hoje, não viver esse processo de fim em si mostra, simplesmente, um apego à sua pessoa e um apego à matéria, que não é um erro, que não é o mal nem o bem, é sua escolha pessoal.

Há consciências que têm necessidade de uma forma, há consciências que têm necessidade de experimentar os diferentes jogos, as diferentes dimensões, mesmo estando religadas ao Absoluto.

Eu os lembro de que a Fonte falou-lhes, longamente, do Juramento e da Promessa; nada os impede de vivê-lo.
Os sons que vocês têm nos ouvidos, para aqueles que os têm, são suas próprias Trombetas.
Elas os acordaram do caixão da morte.

Então, de que vocês estão com pressa?
Será que vocês, na Eternidade, estão submissos ao tempo?
O corpo sim, mas vocês não.
Os apegos sim, mas vocês não.

E, portanto, se você está impaciente, na raiva, na negação, na recusa, é livre a você, não há erro aí.
O processo de conclusão da cena de teatro – vamos retomar as palavras de Bidi – mostra-lhe, mostrou-lhe, antes mesmo do fim do ato, que não há teatro, para aqueles que são liberados vivos.

O que é que você quer mais?

Viva a sua vida, em acordo com a Luz, em acordo com o Amor, não se preocupe mais, agora, com o fim, porque ele, eu repito, está registrado oficialmente.

Então, quer seja o 31 de dezembro de 2016, o 15 de agosto de 2016, ou que seja amanhã, estritamente, não tem importância alguma, exceto para o ego.
Se você conta construir sua vida em função dos prazos, dizendo-se – e eu já o disse em 2012, logo no início, na última vez que eu intervim em 2012, eu havia dito: «Se há os que esperam o 21 de dezembro para não pagar seus impostos e creem escapar do imposto, eles se enganam».

Estava claro.

A transformação interior, para inúmeros de vocês, aqui, alhures, que nos conhecem ou não, que não sabem o que é a vibração e que, no entanto, vivem-nas, cria a Liberdade.

Você não é livre se você espera uma data, você não é livre se não está no instante presente.
Nós não temos procurado desestabilizá-los do instante presente, mas, talvez, como foi dito na questão, mesmo se não seja absolutamente exato, atiçar a consciência, provocando esse conflito – porque é um conflito.

Haverá, sempre, um conflito entre o que é efêmero, e, por definição, confinado, e o que é a Eternidade.
Vocês têm a prova disso todos os dias, tanto em si como na superfície desse mundo.
Vocês podem não estar de acordo com a pessoa com quem vocês estão mais próximos.
Esse gênero de coisas, eu o disse, existe junto a nós, junto aos Anciões, nós discutimos também, nós raramente chegamos às mãos, aliás.

Mas não se deve crer que, enquanto a Eternidade não está instalada coletivamente, ou seja, o Juramento e a Promessa, que está em ressonância direta com o Apelo de Maria, você não estará livre enquanto está sujeito a esse jogo.

Viva cada minuto como se fosse o último, mas não viva amanhã.
Eu diria, mesmo, que o primeiro dia em que as Trombetas aparecerão por toda a parte, muitos de vocês, aqui ou alhures, continuarão a viver sem preocupar-se com o que quer que seja.
Porque o que é que você quer que aqueles de vocês que estão liberados tenham, mesmo, a ver com, eu diria, o roteiro final?
Eles já o superaram e transcenderam.
Quer o corpo deles, que eles habitam, morra na hora, em dez anos, isso não tem qualquer espécie de importância.

Só a pessoa está sujeita ao tempo, e os elementos, os eventos sobrevindos interiormente, para aqueles os viveram, desde os Casamentos Celestes, eram o meio adequado de fazer realizar esse face a face, essa confrontação, essa sobreposição, essa fusão e essa dissolução do efêmero.

Você tem apenas que viver.
Viva cada minuto, doravante, como se ele pudesse ser o último.
E, aliás, independentemente desse momento coletivo, você não sabe o que pode acontecer-lhe em um minuto.
Você pode ter uma crise cardíaca, você pode morrer de morte súbita como para a criança.
Qual importância?
Se você viveu uma Coroa radiante, eu não falo, mesmo, da Onda de Vida, mesmo se você não tenha o Canal Mariano que esteja ativo, você sabe que há oura coisa, você sabe disso porque você o vive, mesmo se não esteja conscientizado integralmente ao nível da pessoa.

Você nada tem a procurar, você nada tem a esperar porque, como foi dito por Bidi, toda busca, nessa fase específica – há anos – faz apenas afastá-lo da Verdade.
O desaparecimento do buscador é o desaparecimento do sentido de ser uma pessoa.
E, se não há mais pessoa, há apenas a Vida, por que fazer uma diferença entre o que você tem a viver agora – que já é sua eternidade – e o que sobrevirá no momento do Apelo de Maria?

Então, você vai responder-me que há as contingências materiais: é preciso ocupar-se dos filhos, é preciso pagar as faturas, é preciso trabalhar, é preciso ganhar sua vida, ou sobreviver, ou viver na opulência, pouco importa.

Mas isso concerne, sempre, ao efêmero.
Eu o remeto à humildade e à simplicidade de Gemma Galgani, de Teresa, de Ma Ananda Moyi.
Será que elas esperaram o céu delas para viver o céu na Terra?
Mesmo se algumas tiveram essa aspiração – eu penso, em especial, em Teresa que, desde sua mais jovem idade, aspirava apenas a uma coisa, era retornar junto ao seu Esposo – e você, você está se perguntando quando é que esse momento chega.

Mas ele chegou, ele está aí, de toda a eternidade.
Isso quer dizer que, em algum lugar, você adere, ainda, a uma história, tanto a sua como a nossa, como a nossa comum.
Isso não quer dizer que não seja mais preciso escutar-nos, isso não quer dizer que seja preciso crer ou não crer em nós.
O que é importante é que você viva além das palavras – há, aliás, muitos entre vocês que dormem, eles não sabem, mesmo, o que se disse, e eles não têm interesse algum, mesmo, a mergulhar aí, porque o que eles vivem, naquele momento, é a Verdade, independente de qualquer história e independente de qualquer cenário.

Enquanto você crê, ainda, em um cenário, e você não viveu a Eternidade, você está condenado, entre aspas, ao sofrimento dessa confrontação entre o Eterno e o efêmero.
Mas esse sofrimento não é, unicamente, uma visão do espírito, ele vai inscrever-se, devido, mesmo, à atribuição vibral, em sua vivência quotidiana.

A vida vai lembrá-lo à ordem, quer seja quando você critica alguém, quando você fala mal de alguém, porque você considera que o outro não é você.

Tudo isso será preciso ajustar, quer você seja liberado ou, ainda, inscrito na pessoa.

Ninguém pode penetrar o Reino dos Céus, momento coletivo ou não momento coletivo, se não volta a tornar-se como uma criança.

Eu creio que Mestre Philippe, Teresa, Gemma e tantos outros insistiram muito sobre isso.

Enquanto você não é simples, enquanto você elaboram futuros, enquanto procura conhecer-se através de uma ferramenta, qualquer que seja, você não é livre, você é tributário da pessoa e inscreve-a em uma lógica que eu qualificaria de sutil, quer seja através da clarividência, através da astrologia, da numerologia, tudo o que você pode imaginar que existe na Terra, você faz o jogo de Lúcifer – enfim, das forças luciferianas – e dos maus rapazes, que visam apenas uma coisa, eu o lembro: é manter a dualidade.

Ora, se você é uma pessoa, necessariamente, você está na dualidade.
Se você está liberado de sua pessoa, podem manifestar-se elementos e eventos duais, mas que não têm peso algum sobre você, porque você é o espectador da cena de teatro, ou o observador, se quiser.

Mas você não é nem aquele que se joga na cena, nem mesmo o observador.
Não basta aceitá-lo, é preciso, realmente, vivê-lo, e o modo de vivê-lo é a Infinita Presença ou a Última Presença.

Um pouco, se quer, como os irmãos e as irmãs que fazem experiências de morte eminente, que saem do corpo e, qualquer que seja o estado em que eles vão, eles sabem que não são apenas esse corpo.
Isso não quer dizer que eles não aceitem esse mundo, nem essa vida.

O trabalho de liberação terminou.
Vocês o realizaram ao nível coletivo, a partir do instante em que a liberação da Terra foi realizada, em fevereiro, eu os lembro, 2012.

A data limite de 21 de dezembro de 2012 era a data limite para realizar a liberação coletiva da Terra.
E você sabe que isso desce aos diferentes planos.

Naquela época, as únicas datas que nós dávamos – porque, se houvesse um fim real da terceira dimensão, ele teria tido lugar antes da liberação da Terra, e seria produzido no verdadeiro fim do calendário Maya, ou seja, em outubro de 2011.

E, efetivamente, nada aconteceu em outubro de 2011, e há irmãos e irmãs que construíram estratégias além do que era necessário.

Por exemplo, se eu volto muito atrás, às Núpcias Celestes, nós falamos de reagrupamentos, nós falamos de mudanças que sobreviriam ao nível das almas, que se reagrupavam diferentemente, que se divorciavam, que viviam juntas, que mudavam de região.

Mas, agora, não há mais disso a mudar, mude totalmente no interior.
E você tem a capacidade, quer você viva as vibrações ou não, de ver-se sem hipocrisias.

Observe-se na cena de teatro, com lucidez, com coragem também, em alguns casos.
Não se julgue, não julgue o tempo que passa.
Vá sempre mais profundamente em si mesmo, aí, onde se encontra o Coração do Coração, que lhe aportará todas as nutrições necessárias.

Eu o disse, a propósito de uma questão sobre a alimentação, há pouco.
Nada há de mais e nada de menos.

Certamente, o momento coletivo, para muitos de vocês, é um momento temido ou esperado, mas um momento, como dizer..., primordial.
Se você está aí, é para isso.
Se você lê, se você escuta, é, também, para isso, porque você veio nessa encarnação, mesmo se o tenha aceitado apenas tardiamente, quer houvesse uma ressonância no que nós dizíamos, caso contrário, você não estaria mais aí.
Você sabe bem o que você vive quando nós estamos juntos.
Você sabe bem o que você vive quando está, realmente, no face a face consigo mesmo.
É preciso que isso se traduza na realidade quotidiana.
A vida é viver a Eternidade, não é sair da vida, é entrar na vida, independentemente de qualquer evento coletivo, mesmo, eu repito, se ele se produzir e já tenha se produzido.

Mas não depende mais de vocês, nem da liberação da Terra, nem da velocidade de Nibiru.
É um concurso muito, como vocês dizem?..., multifatorial – eu creio que é uma palavra que vai bem.
Há várias causas, se querem, há várias linhas temporais, como eu o disse, que irão para um ponto de encontro.

Quanto mais esse ponto de encontro está afastado, mais o elástico estica, mas mais isso deixa tempo aos irmãos e às irmãs inscritos na pessoa, mas cujo coração é puro, para perceberem o que se produz.
E eu lhes garanto que, quanto tiver havido o Apelo de Maria e, portanto, três dias antes da estase, ai, vocês verão o que é a urgência temporal.

De momento, não há qualquer urgência temporal.
Vocês estão na aclimatação, e estão na experimentação de sua liberdade, mas em acordo não com a liberação coletiva, uma vez que eu sempre disse que a liberação e a Ascensão não são a mesma coisa.

A Ascensão é ser liberado de todas as contingencias da matéria, mesmo no que é nomeada a terceira dimensão unificada.

A sede, a necessidade vital de reencontrar a Fonte, suas origens estelares, suas linhagens, isso sim é importante.
E, aliás, ainda no ano passado, muitos de vocês, e nós o havíamos explicado, viam as linhagens, tanto as suas como aquelas dos outros; mas tudo isso, também, era apenas um jogo.

Você não vê, a priori, não a incoerência, mas a contradição aparente entre tudo o que nós temos construído, através das Núpcias Celestes, através dos Arcanjos, as Estrelas, as Portas, e qualquer coisa como Bidi, que lhe diz que tudo isso não existe.
Isso existe em certo nível sutil, mas isso, também, é para superar.

É o que eu digo quando digo que é preciso, agora, parar todas as muletas.
Você é o mundo, a título individual, esse mundo, como dizem nossos irmãos orientais, é «maya».
Mas para nada serve repeti-lo como um asno, é preciso vivê-lo.

E nós temos fornecido, e vocês e nós, as circunstâncias ótimas para que o máximo de irmãos e de irmãs vivam os eventos que estão em curso da maneira a mais pacífica que seja.

Ora, se você não está tranquilo com as datas, como você quer estar em paz, mesmo se você viva momentos de Samadhi?
Você deve, mesmo, sair do tempo, obedecer aos imperativos temporais desse mundo, como pagar seu aluguel tal dia, mas isso para aí.
Ao nível espiritual, isso nada tem a ver, ao nível do que você é na eternidade.

Será que Teresa ou Gemma, que se deram a Cristo, reivindicaram o que quer que fosse, se não é seu ardor, se posso dizer, para juntar-se à Luz?

Então, diga-se, ao invés disso: «Eu quero retornar ao que eu sou.».
Mas olhe em si o efeito das datas.
Como foi dito, uma data, duas datas, três datas, quatro datas, milhares de datas.
Isso prova, simplesmente, que você sabe, intuitivamente ou instintivamente, ao nível de sua consciência eterna e, mesmo, ao nível do ego, que tudo isso nada representa em relação à Verdade.

A Verdade não é desse mundo, seu Reino não é desse mundo e, enquanto você utilizar de ferramentas sutis, você não será livre.

A Liberdade interior, a liberdade vivida não é uma vã palavra.
Não é estar desembaraçado dos aborrecimentos da vida quotidiana, não é esperar o fim dessa dimensão – que está aí – é, real e concretamente, vivê-la.
Porque, se você a vive agora – isso, também, eu já disse – isso quer dizer o quê?
Isso quer dizer que você nada mais espera.
Se você nada mais espera, você está livre; se você espera algo, você não está livre.
E é essa marcha que lhe resta, para alguns, a realizar.
É preciso realizá-la, você deveria realizá-la, antes, mesmo, que Maria lhes tenha chamado coletivamente.

Aqueles que já foram chamados pelo nome, por Maria, assumem seus problemas com paciência, porque eles sabem que isso vai produzir-se.

Mas pouco importa quando isso se produz, vocês estão dentro.
Quando eu digo isso, isso quer dizer, ainda uma vez, que não é amanhã ou depois de amanhã.

Então seja, não paciente, seja exaltado do Amor.
Não se preocupe mais que não com o Amor, não projetando, amando, tomando nos braços, mas sendo você mesmo nessa dimensão.
Você não tem necessidade de irmãos, de irmãs; você não tem necessidade de circunstâncias específicas, você não tem necessidade de alinhar-se ou de vibrar.

Seja o que você é, real e concretamente.
Você tem a chance de poder sê-lo na totalidade, de maneira importante, porque seu número é importante, em relação à história dessa Terra, se posso dizer.

Você acredita que, quando da inicialização do último ciclo, quando da criação de Atlântida, nós pudemos explicar às pessoas que elas estavam confinadas?
Absolutamente não.
Olhe quando você diz, mesmo, a alguém que está na espiritualidade que ele não existe, que é uma ilusão...

Mas você vai contra a vivência e crenças dele.
Simplesmente, o momento coletivo porá fim ao confinamento desse Sistema Solar, quer seja amanhã, quer seja em mil anos – mas nós não esperaremos mil anos, tranquilize-se, nem mesmo dez anos, nós, não mais.

Quando eu disse «está registrado oficialmente», é que está inscrito nos planos ao mais próximo da Terra.
É a ruptura da última camada isolante, ou seja, o corpo causal planetário e seu corpo causal, que põe fim, eu diria, ao intermediário entre sua pessoa e o Espírito, ou seja, a alma.

Mas enquanto sua alma não está voltada para o Pai, para o Espírito, você será torturado pelo tempo, de uma maneira ou de outra: pelo tempo que passa, porque você envelhece, pelo tempo que passa, porque lhe parece que ele não vai rápido o bastante; você estará submisso ao tempo.

O Liberado Vivo, e não a liberação coletiva, fez com que você fosse liberado do tempo, quaisquer que fossem as obrigações desse mundo e de sua vida social ou afetiva, ou profissional.

Agora, o momento coletivo, eu lhe asseguro que, quando você ouvir as Trombetas, eu estou certo de que muitos de vocês farão pipi nas calças, porque há, nessa estrutura efêmera, o que se chama de reflexos de sobrevivência.
Esse reflexo de sobrevivência é ligado ao que vocês nomeiam o cérebro reptiliano arcaico: você põe a mão no fogo, você retira a mão.

Há uma preservação desse efêmero que está inscrito no DNA, nas estruturas, e enquanto você está sujeito a isso, você está sujeito ao tempo.
E, portanto, você projeta, ou você translada sua consciência, seja a um tempo futuro, seja dizendo: «Nada aconteceu».

Mas tudo teve uma utilidade.
E isso não é, se quer, uma estratégia deliberada de nossa parte, nem de sua parte, nem da Terra, nem da Fonte, porque é assim que isso acontece.

Eu não vou reproduzir outras histórias, nem ciclos anteriores dessa Terra ou de outros sistemas solares, mas a cada vez – porque você pode perguntar-se, de maneira muito lógica, porque isso durou trezentos e vinte mil anos, porque é que houve seis ciclos e não um único.

Mas porque nós não tínhamos os meios, onde quer que se estivesse naquele momento, de mudar o curso das coisas; era preciso esperar certo número de eventos, o retorno do gêmeo do Sol, o retorno de Hercobulus, o retorno dos maus rapazes ao nível de Nibiru (o outro Nibiru, de sucata), e de Neb-Heru.

Tudo isso, se quiser, obedece a uma mecânica da qual você não pode perceber, nem mesmo compreender o que quer que seja, porque não é da ordem da compreensão, mas é da ordem da experiência direta.

Eu sei que alguns entre vocês viveram o contato com Hercobulus, alguns receberam, mesmo, mensagens de Hercobulus.
É um Amor insensato, um pouco como o Amor que vivia Gemma, ou Teresa, ou Ma.
O que lhe importa, quando você vive isso inteiramente, esse mundo?

Não é uma negação da vida, é um transporte nas esferas eternas, nas quais esse corpo não tem, mesmo, mais, seu lugar.
Os estigmas, a levitação, os carismas de Mestre Philippe tornaram-se possíveis por esse abandono total e incondicional à Luz.

Isso se chama a fé, mas não a confiança absoluta, que crê no que se diz, mas um mecanismo extremamente preciso, situado na junção da alma e do Espírito, que implica a reversão da alma, como foi explicado em 2011 e 2012 por Irmão K, e que corresponde à dissolução do mito de Prometeu e do símbolo do renascimento.
É a ressurreição da Fênix.

Então, viva a ressurreição, porque ela é possível, totalmente, agora, e sua ressurreição levará você, talvez, a desaparecer desse mundo, a desaparecer de seus interesses nesse mundo e, eu diria, é tanto melhor.

É tanto pior para a pessoa, mas é tanto melhor para o que você é.
Teresa, que não foi conhecida em sua vida, é, certamente, a santa, hoje, a mais conhecida no mundo, quaisquer que sejam os países, quaisquer que sejam as religiões.
E o que é que foi, em sua vida?
Uma jovem que tinha apenas uma única meta e um único objetivo: juntar-se ao céu.
Não rejeitando a vida, porque ela própria se humilhou, ela obedecia a todo mundo, ela era tratada como menos do que nada.
E ela não era nada, nesse mundo, mas ela era tudo, no outro mundo.

Eu creio que não há muito tempo, menos de seis meses, vocês tiveram explicações de Mestre Philippe de Lyon, que retomou isso com um esclarecimento, eu diria, mais masculino, mas é exatamente a mesma coisa.
Lembre-se: aquilo a que você se segura, segura você.
Se você se segura a uma data, você não está livre.
Sobretudo que eu o repito, eu o disse ao menos dez vezes hoje, e eu já o disse em dezembro: terminou.
O que é que terminou?
A ilusão.

O mundo, tal como você o conhece, não se mantém mais por um controle e um poder dos Arcontes, não se mantém mais pelas linhas de predação; ele se mantém, unicamente, pela força do hábito, coletivo – de comer, de levantar-se pela manhã para ir trabalhar, de fazer filhos, de glorificar a vida aqui, mas sem glorificar a vida no céu.

E há seres que são muito espirituais, que são presos pela atração da vida nesse mundo.
Eles querem aproveitar da vida, eles amam a vida.
Mas será que eles amam o Amor e a Luz?
Será que eles se tornaram a vida eterna?
Absolutamente não.
Eles mesmos fizeram a escolha de permanecer nas dimensões materiais, mesmo estando livres.

E isso nós explicamos, também, eu diria, muito, muito longamente.
É por isso que, às vezes, nós os convidamos não a ler ou a escutar, mas nós voltamos a mergulhá-los em elementos que foram dados, por vezes, há numerosos anos, e cada discurso é adaptado aos tempos que são vividos.

Olhe Bença Deunov, quando ele fez sua última profecia antes de morrer, ele disse que haveria um fogo que viria do céu, regenerar tudo.
Mas, naquela época, quem conhecia as dimensões?
Ninguém.

Hoje, nós lhes temos explicado, inúmeros de vocês têm vivido esse estado de acesso à Existência e às outras dimensões.
Quem conhecia, à época, a noção de origem estelar ou de linhagem estelar, que está inscrita, também, no DNA, pelas bases do DNA, há quatro delas?

Você vê, tudo isso é perfeitamente coerente.
Não há qualquer incoerência nem qualquer erro.
Sobretudo que, para alguns de vocês e alguns de nós, nós começamos... como dizer..., a ter uma boa experiência das forças confinantes.
E eu os lembro de que, nesse ciclo, houve, de qualquer forma, Cristo, entre outros que, por Seu sacrifício na cruz, semeou a Terra.

E você, você se sacrificou, realmente?
O que é que você põe à frente?
Sua pequena pessoa, que quer encontrar a Luz?
Ou a Luz, independentemente de sua pessoa?
Humildade, simplicidade e Amor, todo o resto são apenas vãs palavras.

E você é, você mesmo, capaz de dar-se conta de seu estado, quando você está em sua vida, que eu qualificaria de comum e habitual, e a diferença do que se produz quando você se alinha sozinho ou quando você é contatado por Maria?
Você vê a diferença?
Você a percebe, cada vez mais nitidamente, ou não?

Cabe a você ver.
Quanto a nós, as datas, nós as demos, e eu falo das últimas, elas são imutáveis.
O que isso quer dizer?
Isso quer dizer que, mesmo se houvesse... qual é a expressão? Como se chama isso? Pouco importa, eu não vou encontrar a expressão engraçada, porque, aí, não se está nas coisas engraçadas, de momento, estamos nas coisas que são essenciais e extremamente densas de Presença.

Há elementos que estão inscritos, como eu disse, em seu corpo, o reflexo de sobrevivência, que faz com que, estando inscrito em uma forma entre o nascimento e a morte, forma evolutiva, você é e você observa, sempre, em relação a uma forma, em relação a uma imagem, a uma cor, ao que veem os seus olhos.

Eu o remeto, também, a Irmão K e Sri Aurobindo, o que eles haviam dito sobre a noção de imagem.

Eu o lembro de que o Absoluto não tem qualquer imagem.
Não há, mesmo, mais Luz, nada há de identificável, nem forma, nem vida, no sentido em que você o entende na pessoa.
É a única verdade.
Todo o resto são apenas jogos da consciência.
Aliás, isso se chama, junto aos nossos irmãos orientais, os Leela do Senhor, os jogos do Senhor.

Mas um dia você ficará cansado desses jogos, e nós temos feito assim, e vocês e nós, mas, também outros, por outras vias, porque tudo concorre, absolutamente tudo – mesmo os maus rapazes concorrem para a Liberação, ao opor-se a essa Liberação.

Então, é difícil a aceitar, e é, no entanto, a verdade.
Mas, para isso, é preciso não aceitá-lo, é preciso vivê-lo no interior de si.
Yaldébaoth está, também, em cada um de vocês; não é, unicamente, um Arconte que está em Saturno.


Aí está o que eu posso responder a essa noção de datas.
Mas fique tranquilo, não pode mais ali haver datas; as últimas datas foram dadas.
Agora, não adapte seu comportamento de sua pessoa em função dos eventos, mesmo se eles se desenrolem, tanto em seu interior como em seu exterior.

Adapte-se, a partir de agora, à Eternidade, deixe-se levar pela transcendência da Luz, da Vida e do Amor; o resto seguirá.
Mas, em contrapartida, se você se interessa pelo resto, quer sejam as datas, quer seja o sentido de uma responsabilidade que, no entanto, é preciso cumprir, o que é que você põe à frente?
O que você é, em verdade, ou as satisfações da pessoa, mesmo ao nível espiritual?
É sua liberdade.
Mas, como foi dito na Bíblia e por alguns profetas, haverá ranger de dentes, porque você não poderá manter os dois.

Até agora, na fase de experiências da consciência, da Infinita Presença e de tudo o que aconteceu desde 2011-2012, você teve a oportunidade de fazer viver os dois.
E sim, mas você constata o quê?
Pouco a pouco, a pessoa desaparece, quer você queira ou não.
Você perde a memória, você cai por terra com vertigens, você não pode mais fazer o que queria fazer, você se esquece de tudo.

Bem, sim, a pessoa desaparece; é preciso, efetivamente, que ela desapareça, para deixar todo o lugar para o que você é.
E como isso se faz?
Felizmente que vocês são extremamente numerosos a terem vivido essas primícias e que, efetivamente, o Apelo de Maria não tenha caído assim, sem aviso.
Vocês são prevenidos pelo Espírito Santo, bem antes das Núpcias Celestes, desde 1984.
Alguns ali responderam em 1984, outros, nas Núpcias Celestes, outros, entre os dois e outros, unicamente agora.
Cada um segue em sua rota, até que compreenda que não há caminho.
Cada um está em seu próprio caminho, até que viva que não há caminho.

Vá, outra questão.


Questão: nesse momento, alguns têm manifestações na garganta.
Qual é a explicação disso?

Houve, já, várias explicações, que foram dadas todos os anos anteriores.
A primeira passagem da garganta é o nascimento do embrião espiritual, o parto pela boca e não por baixo, na matéria, mas pelo Espírito.

Tudo isso corresponde às diferentes reversões e à passagem, ilustrada pelo Arcanjo Uriel.
Isso começou em 2011, e cada ano, em dezembro ou janeiro-fevereiro, independentemente dos vírus, hein?, independentemente das infecções, há mecanismos que tocam, muito potentemente, o chacra da garganta.

Porque o chacra da garganta corresponde, antes de tudo, ao corpo causal e, antes de tudo, também, aos apegos e, se há coisas às quais você está apegado, você vai eliminá-las agora, pelo corpo, e a garganta é um lugar de eliminação.

Portanto, o ataque do chacra da garganta, que se manifesta neste período, e a partir de dezembro, já, mas, sobretudo, janeiro, para este período, e agora também, faz apenas ilustrar a eliminação, pelo corpo, dos apegos.
É fazer o luto de sua pessoa.

Quando você tem uma emoção violenta, quando você gagueja diante de um público, por exemplo, é aqui que isso pega.

A garganta é o corpo causal, é, também, o lugar do parto, o parto pelo alto, a ressurreição da Fênix.
Ele se faz não por baixo, ele se faz pelo alto.
A última passagem.

A primeira passagem foi realizada, eu creio, em 14 de dezembro de 2011, pelo Arcanjo Uriel.
Ele falou disso, ele tinha um texto que foi transmitido naquele momento, ao qual eu o remeto, do Arcanjo Uriel, que especificava a passagem da garganta.
E você a revive, a cada ano, em outra oitava, até que não haja mais apegos e que, de algum modo, o caminho esteja livre.

Alguns tomam sobre si essa passagem, mesmo se eles não sejam concernidos, porque isso faz parte do processo coletivo, doravante.

Alguns terão não mais a Onda de Vida, nesse momento, mas sensações que eu qualificaria de específicas ao nível dos pés, ou em outros lugares também, mas não vamos mais desenvolver tudo isso, para não dirigir ou focalizar sua consciência nisso.

Não preste, mesmo, mais atenção a tudo isso.
Esteja no Amor.
O que quer que se produza como vibrações ou o que quer que não se produza.
Nutra-se do que você é, e a pessoa, você não estará mais submisso a ela, você se servirá dela para viver, é claro, mas você não será mais essa pessoa.

É claro que você terá, ainda, a mesma forma, até o momento coletivo, o mesmo rosto, mas você não é mais o mesmo, interiormente.

É a história do sapo.
Você teve a chance de se aperceber, de uma maneira ou de outra, que a temperatura subia.

Portanto, você não foi enganado e, a partir do instante em que não se é enganado, efetivamente, essa franja da alma que está voltada para a matéria, que ainda não desapareceu, você traz para a noção de tempo.

Portanto, você tem, aqui, um excelente marcador.
Quaisquer que sejam as experiências que você tenha vivido a partir de agora ou há vários anos, são os marcadores de seu posicionamento.

E não é um posicionamento contra o qual seja preciso revoltar-se, uma vez que é a atribuição vibral.
Quando nós lhe dizemos que é preciso atravessar o que se produz em sua vida, é isso o essencial.
É acolher com a mesma graça a dor, a doença, a morte e o evento feliz, na mesma equanimidade, na mesma paz.
E suas vidas os empurrarão a isso.

Não se julgue, porque aí onde vocês estão é, muito precisamente, o que vocês têm a viver, mesmo se seja muito, muito difícil, mesmo se seja muito, muito feliz.
Tudo isso são apenas jogos e interações.

Outra questão.


Questão: qual é o fenômeno cósmico que provoca os sons do céu e da Terra?

Então, os sons da Terra são ligados à liberação do núcleo cristalino da Terra e à diferença de velocidade de rotação entre o manto e o núcleo cristalino.
Eu não falo da camada de ferro, porque, na escola, disseram-nos que o núcleo era de ferro; isso é falso.
O núcleo férrico está ao redor do coração cristalino, hein?
Aliás, se você reflete, dadas as temperaturas, a pressão e a presença de silício, ali apenas pode haver cristal de rocha e não ferro em fusão.
Isso é para os tan-tans da Terra, como diria No Eyes.

Em contrapartida, os sons do céu são ligados não à liberação da Terra, mas à liberação da camada isolante a mais próxima da Terra, da qual eu havia falado durante as Núpcias Celestes, ou seja, a ionosfera, que é a mais próxima de vocês.
É ela que é, nesse momento mesmo, arada por Miguel, ao nível dos meteoritos, asteroides e corpos diversos e variados, mas, também, nossas embarcações que desceram para alguns deles até acima de algumas cidades.

Portanto, os sons do céu é o som do cosmos, é o canto da Vida.
O som da Terra é o reajuste da frequência harmônica da Terra a uma nova dimensão.
De momento, isso se produz em alguns lugares nos quais há junção de energias cósmicas e de energias do núcleo cristalino da Terra, o cosmo-telurismo, se quiser, que estão em sintonia.

Mas, como você vê, isso não é permanente e, sobretudo, não é por toda a parte ao mesmo tempo, é em lugares sucessivos.

Então, para aqueles que gostam de bem compreender, eu os convido a olhar os lugares nos quais apareceram as Trombetas, os sons do céu e da Terra, eu creio que, em inglês, isso se diz o «hum», pouco importa, o inglês, se quiser, não é meu preferido, não é?

Mas, em todo caso, se você segue os lugares nos quais houve – não sismos, hein?, não vulcões – nos quais houve os sons do céu e da Terra, as mortes de animais, você constatará que é nos mesmos lugares.
É, também, nesses lugares, ou na periferia desses lugares, que apareceram, de momento, os buracos no manto terrestre, que foram feitos pelos dragões, e que permitem aliviar as tensões do manto terrestre, devido à radiação do Ultravioleta e do núcleo cristalino da Terra, a radiação de Sírius, se quiser, que cria forças de tensão e de expansão.

A expansão deve fazer-se ativando algumas portas, como sua expansão é feita ativando as Estrelas, os chacras, as Portas, a Onda de Vida, o Canal Mariano, é similar.
O que está no alto é como o que está embaixo; o que acontece no microcosmo acontece no macrocosmo.
Você é apenas a imagem, aliás, os chineses dizem-no muito bem: o homem é o intermediário do céu e da Terra.
Ele é aquele que se mantém em pé entre o céu e a Terra, confinado, certamente, mas em pé.
E o que acontece em você acontece no exterior.

Vocês têm buracos ao nível das Portas, vocês são perfurados, como se diz, na Porta, não dos Leelas, mas a Porta Atração.
Vocês são perfurados na Porta Visão.
Agora, vocês são perfurados nos pontos que formam o losango ao redor dosacrum, vocês são perfurados nas Portas que estão ao nível das pregas da virilha.
Vocês são perfurados por toda a parte, vocês têm buracos por toda a parte para, justamente, deixar a Luz preencher tudo isso e fazer desaparecer a ilusão da pessoa.
E é o que acontece na Terra.

Se quiser, não há qualquer retorno possível, e isso os maus rapazes compreenderam, perfeitamente.
Mas eles também seguem um plano, mas o plano deles não é plano deles, é o plano da Luz também, já que nada de tudo isso existe.

Eu creio que está na hora.
Então, eu lhes transmito todas as minhas bênçãos e, como não terminamos, bem, eu voltarei amanhã.

E eu lhes digo até breve.



Tradução Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com.br/2016/03/om-aivanhov-marco-de-2016-parte-2.html





terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

SRI AUROBINDO - A chegada da Onda Galáctica 

(2/08/2010 Autresdimensions)


"O FOGO DO CÉU e A CHEGADA DA ONDA GALÁCTICA"


"Assim que vocês sentirem esses formigamentos na totalidade do seu corpo, e assim que os seus olhos virem esta Luz Branca aparecer e invadir o céu, vocês perceberão então que o momento chegou.  Bastar-lhes-á, então, simplesmente, se alinhar no Interior de vocês mesmos, deixar as Vibrações do seu corpo se elevar, e a sua Consciência irá se elevar ao mesmo tempo."

"Vocês devem estar livres, naquele momento e naquele momento específico, de todo apego, de todo condicionamento, em relação a qualquer fenômeno exterior a vocês mesmos.  Vocês não poderão confundir isso com outra coisa.  A rapidez da Vibração e das partículas lhes penetrando será tal, que vocês não poderão ignorar o que acontece."



Eu sou Sri Aurobindo.

Caras irmãs, caros irmãos neste espaço, sejam agradecidos de me acolherem esta noite.
Eu lhes transmito o meu Amor.
Foi-me solicitado, pelo venerável Omraam (Omraam Mikaël Aïvanhov) para vir exprimir-me, entre vocês, sobre o Fogo.

Como sabem, eu sou um Melquisedeque do Ar, em relação com a Constelação da Águia.
Mas devido aos meus escritos e às minhas experiências, na minha última vida, é-me possível tentar fazê-los chegar a uma compreensão direta do que é chamado de Fogo e, em particular, do Fogo do Coração.
Vocês sabem disso, talvez, na tradição de onde venho, o Fogo não tem absolutamente a conotação negativa que existe no cristianismo, onde o Fogo representa as chamas do inferno, as chamas destrutivas. 

Na minha tradição, o Fogo está ligado a Shiva.
É o Fogo que purifica, é o Fogo que regenera e ressuscita, que está ligado a Fênix.
O Fogo é um dos quatro elementos, em relação com um dos Quatro Viventes, denominado, na tradição primordial, Véhuyia, o Gênio do Fogo.

Quando tentei definir, em palavras, o que chamei de Supramental (que hoje chegou sobre a Terra, do qual vocês sentem as primícias na sua Coroa Radiante do Coração e da cabeça), eu compreendi então certo número de características desse Supramental, que outros, antes de mim, chamaram de Fogo do Éter.

Esse Fogo do Éter, esse Supramental ou da Cità, corresponde a certas características precisas que nada têm a ver com a energia perceptível pelo magnetismo ou por diversas técnicas que visam fazer perceber a energia vital.

A energia Supramental tem características muito diferentes.
Poder-se-ia aliás chamá-la de Fogo elétrico, não pela oposição ao magnetismo, mas sim como uma complementaridade.
As características de Vibrações do Supramental fazem com que esta energia tenha uma Vibração mais rápida do que aquela que é comumente percebida por aqueles que percebem.

O Supramental se expressa também pelo Fogo.
Compreendam bem que esse Fogo não é um Fogo que queima, como as chamas, mas, entretanto, é um Fogo: um Fogo que revela, um Fogo que desvenda, um Fogo que forja e que torna transparente.

É desse Fogo que se trata.
Esse Fogo que foi utilizado, mesmo em sua versão que queima, em alguns processos chamados iniciáticos, nas tradições primitivas.

O Fogo do Coração é, obviamente, a instalação desta Vibração rápida, do Supramental, no chacra do Coração, transformando este, além do chacra, em uma Coroa Radiante, perceptível, efetivamente, como uma coroa se expandindo até englobar, bem além do chacra do Coração, o conjunto do peito.

O Fogo é também Consciência.
O Fogo de que falo não é a combustão do oxigênio, mas, bem mais, constituído de partículas.
Essas partículas puderam ser chamadas de Adamantinas ou, em minha tradição, Agni Deva.
São essas partículas, qualificadas de exóticas no seu Mundo usual encarnado, que devem invadir o seu Mundo, em quantidade cada vez mais importante, quando a Terra atravessar, inteiramente, a irradiação da Fonte, chamada, por alguns, de ‘Onda Galáctica’.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

AIVANHOV - A QUARESMA 

"Tempo de decidir aceitar a Divindade"

(Autresdimensions 2/03/2006)



"O período de quarenta dias é um período probatório.
É um período em que o ser humano, em que a Terra, em que cada indivíduo será confrontado aos seus medos, às suas dúvidas as mais íntimas, às suas culpas, ao que faz com que sua personalidade seja, de algum modo, envenenada pelos desejos, pelas vidas passadas, pela vivência.

Durante este período há um face a face consigo mesmo.
É um período de introspecção.
É um período em que se deve decidir aceitar a Divindade.
É o que fez Jesus, durante esses quarenta dias: intensas reflexões sobre Ele mesmo, intensos recolhimentos."



Bem, caros amigos, bom dia.
Estou extremamente contente por reencontrar-mo-nos, todos juntos, para essas conversas que, eu espero, serão extremamente proveitosas para uns e para os outros.

De fato, temos muitas coisas nessas conversações.
Mas, primeiro, antes de deixar-lhes a palavra para tudo o que são suas interrogações e seus questionamentos, vou dar-lhes certo número de coisas no desenrolar do que eu chamaria a cronologia, se efetivamente quiserem, dessas mudanças vibratórias que estão em curso e que correspondem, de um lado, às suas gestações, de cada um de vocês, mas, também, à gestação do lugar, mas, também, à gestação total do planeta que está em curso, como vocês sabem, da revelação de sua sacralidade.

A sacralização do planeta, que é algo de extremamente importante, que é esperado desde tantos e tantos milhares de anos.

Então, primeiramente, saibam que, desde ontem, nós entramos no período dos quarenta dias que precedem o período de Páscoa.

Esses quarenta dias são extremamente importantes, sobretudo este ano, mais do que nunca, porque, de fato, nós entramos num período no qual o ser humano vai poder decidir ou elevar-se, ou permanecer nesses níveis de rebaixamento.
A energia de crescimento vibratório elevatório da Terra vai fazer-se cada vez mais intensa durante os quarenta dias, até a Páscoa.

Nós entramos, de fato, no período, também, do equinócio de 21 de março, nas três semanas precedentes, que corresponde ao advento da primavera, à emergência de novas energias de coerência e de ascensão da terceira dimensão para a quinta dimensão.
A pressão energética vai fazer-se cada vez mais forte.
A resistência ligada às forças involutivas vai, também, fazer-se cada vez mais exigente, o que explica que as manifestações de que falei desde o outono vão fazer-se cada vez mais presentes e vão invadir, pouco a pouco, o conjunto de seu espaço vital.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

SATSANG Ma Ananda Moyi - Ano de 1978

"7 a 12 de Novembro"

Questões / Respostas



"Samyam Mahavrata

Semana anual de Reforma Espiritual

presidida por Mâ Anandamayi"

  

Coletânea elabora à partir da gravação feita por dois participantes do Evento à época, na cidade de Nadiad, India - Novembro de 1978
Evento presidido por Ma Ananda aos 82 anos de idade.

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SATSANG Ma Ananda Moyi - Ano de 1978

Questões / Respostas - Parte 1 (LINK)



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SATSANG Ma Ananda Moyi - Ano de 1978

Questões / Respostas - Parte 2 (LINK)



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Documento completo em PDF - Google Drive (LINK)


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http://www.anandamayi.org/ashram/french/nadiadsatsang.pdf

Traduzido do Hindu e Bengali : D. Kulkarani e Sri Sri Gangoli .

Recolhidas, traduzidas para o francês e apresentadas por Yann e Anne -Marie Le Boucher

Contato: y.leboucher@netcourrier.com



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Tradução e Edição Célia M.

Colaboração Patrícia Santos

http://natransparenciadoser.blogspot.com.br/



Fotos Ma Ananda Moyi:








SATSANG Ma Ananda Moyi Ano de 1978

Questões / Respostas - Parte1


SATSANG COM M  -  Sri Mâ Anandamayi 

em Nadiad, Índia – 1978 

(7 a 12 de novembro)


Esclarecimentos


Devido suas próprias imperfeições, temos de dar a conhecer as circunstâncias que levaram à elaboração desta Coletânea. Participantes no Samyam Mahavrata¹de Nadiad² em Novembro de 1978, nós temos, no local, assistido às sessões de questões/respostas (satsang) com Mâ Anandamayi, que se desenrolavam a cada noite nesta ocasião. Como o hindu e Bengali foram as únicas línguas utilizadas nestas sessões, temos gravadas em cassetes para fazermos a tradução.

E graças ao generoso apoio de dois amigos hindus poliglotas, esta tradução tem sido de fato efetuada no dia-a-dia. É útil precisar, contudo, que esta iniciativa tinha originalmente apenas um propósito imediato e privado. Apenas após o fato, sobre o incentivo de vários amigos franceses, que pensamos em datilografar as nossas notas manuscritas para beneficiar um maior número de leitores.

No entanto, ao fazê-lo, um escrúpulo habita em nós. Estamos de fato conscientes de não oferecer, nas páginas que se seguem, uma tradução fiel e confiável como desejável. Existem dois motivos para isso: primeiro, enquanto nós recolhíamos esta tradução da boca dos nossos amigos hindus, a nossa preocupação era mais ter um acesso "quente" aos ensinamentos de Mâ que de retransmiti-los, de modo que, em nossas notas, atribuímos mais de boa vontade a primazia ao espírito que à letra.

Nós pedimos, portanto, ao leitor para não perder de vista este fato e, bem, em nunca apegar-se demasiado à “palavra por palavra’ da nossa tradução. Em seguida, e isto pode ser ainda mais grave, a experiência mostra que os propósitos de Mâ são de uma sutileza incomum, ao ponto que eles embaraçam mesmo, bastante freqüentemente, o auditor Hindu atento, especialmente se este não está suficientemente familiarizado com a maneira como Mâ se exprime.

Não é, portanto, impossível que nossos tradutores, que por sua vez, encontraram Mâ pela primeira vez, puderam, aqui e ali, enganar-se sobre o sentido real de suas palavras e, certamente, contra esta eventualidade, se não é esta advertência, nós nada podemos fazer!

Dito isto, e apesar das suas reais imperfeições, estamos persuadidos de que as páginas que se seguem poderão aportar aos corações puros um pouco de Sabedoria da qual Mâ é o testemunho vivo, devem eles às vezes ler nas entre linhas! É em todo caso, nesta fé que temos trabalhado e é ela por si só que justifica nossa empresa.

OM - JAI Mâ.

Yann e Anne Marie Le Boucher

Cesson-Sévigné. Março de 1979


*O texto inicial foi revisto e ligeiramente melhorado à ocasião desta reedição numérica de Fevereiro de 2014. Obrigado às nossas três amigas, Domínica Gacem, Monique Henrard e Cécile Hulin por sua valiosa participação neste trabalho… 





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1* Semana anual de reforma espiritual presidida por Mâ Anandamayi
2* Cidade indiana do Gujarat onde se desenrolou o Samyam Mahavrata de Novembro de 1978, Mâ sendo a hóspede de uma comunidade espiritual local estabelecida nas proximidades imediata da tumba de Santaran, um santo célebre na região. 
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Nota Na Transparência do Ser:  Em humildade e simplicidade, aqueles a quem foi dado inspiração para divulgar estas anotações colhidas neste Evento, conseguiram alcançar a magnitude deste Satsang, mantendo a fidelidade da mensagem que a Luz Vibral tinha a passar para os participantes daquela época  e de todas as épocas em que fossem deitados os olhos dos buscadores (Sadhaka) do verdadeiro "caminho".  

Este Satsang onde Ma Ananda explica o porquê de sua realização naquela cidade, cidade de Nadiad, teve não somente as bençãos e irradiações da presença de Ma, mas também participou e participa através das palavras e da vibração contida nesta coletânea, nosso amado Bidi, Nisargadatta  Maharaj! 

Lembrando que foram mensagens passadas em 1978, onde poucos tinham condições de entender o que, hoje, ainda muito poucos ali têm um verdadeiro entendimento, sobre o SI e o Realizar o SI, o Absoluto.

Quanto a mim, posso testemunhar tudo o que vivi quando da tradução destes textos, que foram dias envoltos num eterno samadhi (existem 7 Estados), uma Paz a que nada podia me tirar ou mover desta plenitude e deste Amor! E olha que muita coisa aconteceu durante este processo rsrsrs

No final desta postagem deixarei o link onde Anael nos fala sobre as 7 Etapas do Samadhi. 

Boa leitura, boas vibrações e Grandes Samadhis!!

Célia M.





SATSANG  7 DE NOVEMBRO



Questão: Você pode, por favor, Mâ, me explicar como é preciso meditar?

Mâ: De acordo com o método que lhe foi ensinado pelo seu guru.


Questão: Há muitos gurus. Eles ensinam métodos de meditação diferentes; mas aqui diante de você, nós somos seus alunos. Explique-nos como meditar; qual é o seu método específico? Você já disse para várias pessoas que a maneira delas de meditar não estava correta, porque elas movimentavam a cabeça e não mantinham uma calma mental. Então, qual é o método ideal?

Mâ: Tocando um instrumento de música obtém-se certo som. As pessoas têm capacidades diferentes de ouvir o som, mas o som permanece o mesmo. Da mesma maneira, o SI (âtman) é Um como o som de um instrumento, mas a capacidade de realizá-lo é diferente de acordo com os indivíduos. No que me diz respeito, ensino como fui ensinada por meu guru; e meu guru é o SI onipresente; ora, este guru ensina de maneira direta…

Quando vocês encontram um guru, vocês devem imaginar que ele é o SI, e que tomou esta forma para ensiná-los.

Comentário de Swâmi Svatantrânanda³: Mas o questionador solicitava como fazer para sentir a onipresença de Deus. A vossa resposta seria, portanto: “A meditação, é estar sem objeto, ter um mental vazio de objeto (nota: em sentido lato, objeto é o "fim do ato", da faculdade ou atitude psíquica - seja atitude duradoura, seja ato por hábito, seja da ciência). O mental que cessou de objetivar qualquer coisa, é essa a meditação pura”.

Mâ: Este swâmi interpretou minhas palavras no seu próprio sentido… (risos do auditório)

 

Questão: Suponha que eu siga um guru. Se depois de um tempo eu perder a fé nele, o que devo fazer? Devo continuar a seguir o seu ensinamento?

Mâ: Se você segue um guru um dia e outro no dia seguinte, isso não conduzirá a parte alguma. Mas você realmente perdeu a fé no princípio mesmo do guru? Que resta se você perdeu esta fé?

Interlocutor: Às vezes, é inevitável.




: O que eu quis dizer, é que o guru é o SI onipresente. Como é possível perder a fé em tal guru? 


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3* É preciso saber que Mâ era rodeada sobre o palco de um impressionante “grupo” de swâmis e que ela tinha no coração de valorizar o mais titulado dentre eles permitindo-lhes o lazer de completar as suas respostas, em particular sobre tudo o que abrange a erudição (aprendizado). Mas ela não foi enganada da pretensão apresentada por alguns swâmis e não hesitou rir gentilmente deles, como visto aqui…

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SATSANG DE 10 NOVEMBRO



O apresentador: Hoje, temos apenas pouco tempo para o satsang porque estamos atrasados sobre o horário previsto. Não poderá, portanto, ser respondido todas as perguntas. Mas os sadhakas22 que não terão tido resposta não devem ficar desapontados. Se for a prática do sadhana23 que lhes coloca problemas, é-lhes suficiente que escreva ao ashram. Mataji responderá mais cedo ou mais tarde, ainda que em poucas palavras.

Questão: A graça de Deus é necessária para poder começar as práticas espirituais, ou esta graça é obtida por estas práticas? Em qual momento a graça de Deus intervém no sadhana? 

Mâ: A graça de Deus derrama-se permanentemente sobre vocês. O espírito é como um vaso. Se a sua abertura for virada para cima, a chuva da graça pode inundá-lo. Mas, se a sua abertura for virada para baixo, o vaso não pode recolher nada. O único esforço que deve fazer-se é virar a abertura do espírito no bom sentido, de modo que a graça onipresente de Deus possa derramar-se. Esta Graça foi, é e será sempre. 

Não há jamais interrupção no fluxo da Graça divina. Ter fé em Deus, rogá-lo e abandonar-se a ele, aí está o esforço que há a fazer para abrir-se e receber essa Graça sempre presente. 

Quando você faz isso, chega um momento onde você não é mais capaz de saber se recebe ou não a graça porque você está imerso nela. Você compreende então que tudo o que é, não é nada mais que a Graça de Deus. Você deve cultivar esta atitude de abertura à Graça e sempre lembrar sua necessidade. Então, naturalmente, você estará permanentemente nesta graça. 



Questão: Sim, mas esta graça é apenas um resultado do sadhana? Ela não intervém bem antes, para fazer-nos começar a ascese? 

Mâ: Eu já havia respondido a esta questão: para receber a graça divina, deve-se inevitavelmente praticar o sadhana. Baba explique isso. 

Swâmi Prakashânanda: Quando você faz seu japa23, que a sua prática não encontra obstáculos e que a sua concentração é profunda, é o sinal que você está em estado de graça. A graça flui todo o tempo sobre aquele que permanece neste estado de grande concentração. Sem a graça de Deus, você pode praticar o sadhana durante vidas e vidas sem resultado. Mas o fato de que você tenha vindo aqui é mesmo o sinal da graça de Deus, é o sinal de uma graça divina.

Se você está atado (amarrado) a esta prática, é um sinal ainda mais indubitável desta graça. 

Se você é louco pelo seu sadhana, então é porque você está em estado de graça muito grande. O sadhana praticado com coração e assiduidade é, pois, o meio para obter a graça de Deus. Mas por outro lado, sem a graça de Deus ou do guru, não é possível ter a concentração necessária para o sadhana. 



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22* Sadhaka: Buscador espiritual, aquele que está engajado numa ascese ou sadhana. 
23* Sadhana: prática espiritual ou ascese. 
23* Japa: oração jaculatória baseada na repetição interior de uma curta fórmula sanskrita ou mantra. 

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Ensinamento direto de Nisargadatta Maharaj 

(BIDI) 

"Não faça nada, apenas seja. 

Apenas sendo tudo acontece naturalmente. 

Seja nada, saiba nada, tenha nada."


“Não é o que você faz, mas o que você para de fazer que importa”


“EU SOU AQUILO” [Trecho do  Livro “I Am That” ] por Sri Nisargadatta Maharaj


Onde está a necessidade de mudar o que quer que seja? A mente está mudando de alguma forma todo o tempo. Olhe para sua mente desapaixonadamente; isso é o suficiente para acalmá-la. Quando ela estiver quieta, você pode ir além dela. Não a mantenha ocupada todo o tempo. Pare-a, e simplesmente seja. Se você der descanso à mente, ela se centrará e recobrará sua pureza e força. O pensar constante a faz decair.

Nada que você faça mudará a si mesmo, pois você não precisa de nenhuma mudança. Você pode mudar sua mente ou seu corpo, mas isso é sempre algo externo a você que foi mudado, não você mesmo. Por que se importar com toda essa história de mudança? Realize de uma vez por todas que nem seu corpo, nem sua mente e nem mesmo sua consciência é você e mantenha-se de pé sozinho em sua verdadeira natureza além da consciência e inconsciência. Nenhum esforço pode levá-lo lá, somente a clareza do entendimento. Não tente reformar a si mesmo, simplesmente veja a futilidade de toda mudança. O mutável mantem-se em mutação enquanto o imutável espera. Não espere que o mutável o leve ao imutável – isso jamais acontecerá. Somente quando a própria idéia de mudança é vista como falsa e abandonada, o imutável pode surgir.

As atividades da maioria das pessoas é sem valor, senão destrutiva. Dominado pelo desejo e medo, eles não podem fazer qualquer coisa de bom.

Os gurus estilizados falam de madurez e esforço, de mérito e aquisições, de destino e graça; tudo isso é mera formação mental, projeções de uma mente viciada. Ao invés de ajudar, eles obstruem. Não corra para a atividade. Nem aprendizagem nem ação podem realmente ajudar.

Não é o que você faz, mas o que você para de fazer que importa.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

HERCOBULUS



"Nas publicações de Dezembro 2015 - Ascensão, Aivanhov (parte 2), em  resposta a uma questão menciona uma canalização da Consciência de Hercobulus recebida pelo Coletivo do Um."

Questão: eu senti, subitamente, uma grande lufada de Amor, e eu ouvi a palavra Hercobulus.
O que é isso?


Hercobulus, é o quê?
Ele era chamado «o grande Destroyer», por quê?
Porque ele destruía o que era limitado, ele tentava restabelecer a Unidade.
Portanto, é uma força de Amor, o que quer que isso provoque ao nível da Terra.

Você sabe, se as embarcações de Sírius, da Fraternidade azul de Sírius está aí, é que eles estão certos do golpe deles.
E nós também, aliás, agora.
Portanto, é claro que vocês vão viver, cada vez mais, lufadas de Amor ligadas a esse planeta, e eu creio, mesmo, que entre os antigos «Coletivo do Um», há quem tenha recebido mensagens de Hercobulus – da consciência de Hercobulus – que eram, aliás, muito corretas.

Portanto, é uma experiência antecipativa, eu diria, do que chega.

(http://leiturasdaluz.blogspot.com.br/2015/12/ascensao-dezembro-de-2015-om-aivanhov_21.html)

Hercobulus – 28 de agosto de 2013 

Pelo Coletivo do Um


Em nome do Fogo do Amor e da Vida, nesse coração e em todos os corações, eu venho, hoje, apresentar-me a vocês sob a Vibrância de Hercobulus.
E eu venho, hoje, apresentar-me a vocês, além de minha forma astronômica, sob o aspecto de minha Presença flamejante no coração do Coração.
Eu venho anunciar-lhes meu Retorno.
Eu venho irradiá-los de meu Amor.


Não vejam, em minha vinda, qualquer ameaça, caros amigos, queridos filhos, porque eu sou o que vocês são.
Eu sou a Vida para além de toda forma, para além de minhas viagens, eu venho gerar os mundos.
Eu venho dissolver, por minha Presença em seu céu, tudo o que é da ordem da ilusão.
Eu venho oferecer meu Fogo, Fogo de Amor, que é seu Fogo, igualmente.
O Fogo da Única Verdade, Fogo da Vida, Vida Unificada, Amor.
Amor que transcende todos os sofrimentos humanos, que vem rasgar todos os véus que os impedem, ainda, de encontrar-me plenamente.


No entanto, hoje, cada vez mais de meus filhos, cada vez mais de meus irmãos e irmãs encontram-me no íntimo de seu coração.
E, cada vez mais, vocês são preparados por esse encontro íntimo, interior, no coração do Coração, a receber-me, plenamente, em minha forma astronômica, minha forma de terceira dimensão, se posso dizer.


Então, preparem-se para minha Vinda.
Preparem-se para Acolher-me, para abrirem-se, plenamente, a esse Fogo.
Esse Fogo que dissolve todos os medos, que dissolve tudo o que vocês creem ser, que faz cair as máscaras, mais do que nunca.