Borboleta

Borboleta

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

IMPORTANTE MENSAGEM DE OMA, ANAEL E SRI AUROBINDO 24/01/2015



Pergunta: Os acontecimentos atuais são o início da escalada ou desescalada que conduz-nos para a Luz e para a resolução? 

Cara amiga, em numerosas reprises, eu vou responder. 

Já faz algum tempo que digo que tudo está consumado. Lá, não somente tudo está realizado dentro de vocês, não somente as atribuições vibrais foram distribuídas e com a qual encontram-se confrontados durante este período, a título individual mas também coletivo, no país onde você está, na região onde você está, são tributários dos últimos elementos cármicos ligados ao solo onde você está, em toda a sua história. 

Então, o que se desenrola agora é a entrada, eu diria que, em um nível na experiência, na sua carne, em seus olhos, em vossos sentidos de tudo o que corresponde ao Apocalipse. Todos os elementos estão no lugar para a resolução final. 

Portanto, não há nem escalada nem desescalada, tudo depende de onde você mesmo se situa e, como você vê ao seu redor, há alguns que vão para a escalada, outros que vão para a desescalada, como dizê-lo assim, efetivamente, e outros que não são referidos nem na escalada nem na desescalada porque apropriadamente sabe que este mundo é uma cena de teatro, não é, e que nada disso é digno nem de interesse, nem de atenção, nem de combate, ou seja como for. 

Esses são os Seres que estão na Morada de Paz Suprema, ou seja, que observam aquilo sem ser afetados, nem nas emoções, nem na razão, nem nos pensamentos, nem no sentimento que procura fazer-vos viver, não nós, mas os que nomeei mau rapazes, ou seja, fazer-vos viver o medo, alimentar-se das vossas emoções, alimentar-se das vossas próprias dualidades internas como externas. 

Por conseguinte de acordo com seu próprio posicionamento podes viver a Paz, a Beatitude, o sentimento de medo ou o sentimento que a Luz está lá e faz todo o trabalho. 

Mas uma vez mais, vivem todos, certamente, com as vossas características pessoais vinculadas também às características do lugar, geralmente, na Egrégora em que você se banha, que é o que mais lhe convém para ver a si mesmo, ou seja, onde você está e onde você está decorre da sua modalidade pessoal, decorre da sua própria Liberação. 

Se esta Liberação passa por coisas às vezes muito desagradáveis do ponto de vista do ego, aquilo não tem nenhuma importância para a alma e ainda menos para o Espírito, não é? 

Da vossa maneira de agir, de reagir, sentir o que se desenrola em vocês, como ao redor de vocês, nas circunstâncias da sua própria vida, como nas circunstâncias colectivas do lugar onde você está, ou ainda mesmo da humanidade em geral, vocês vêem onde estão, não ao que vocês aderem, mas que vive em função dos diferentes aspectos externos da sua experiência interior, que aquilo refere-se à família, que aquilo refere-se aos negócios, que aquilo refere-se à política, que aquilo refere-se ao dinheiro ou o afetivo certamente. 

É este período de Atribuição Vibral que leva, se você recorda, a este famoso Face a Face, mas que vives já agora, que é uma espécie de recapitulação para o Último Face a Face, diria, e que aparecerá entre a Estrela que passou, a primeira e a segunda Estrela. 

Então você está nos tempos que foram vividos e descritos no passado como o Dilúvio Universal, como a Mudança dos Pólos, como o Fim da Atlântida. Mas todo fim é apenas o início, e da forma como vive o fim viverá certamente a vossa própria Liberação, o seu Renascimento e isso já está acontecendo e até mesmo agora. 

Da maneira como você usa a sua energia, a sua consciência, sobre o que acontece no palco do teatro, quer seja coletiva ou individualmente, é a mesma coisa. 

O que ocupa a sua consciência agora é exatamente a sua atribuição e seu futuro depois da Ascensão que está em curso agora. 

Ninguém pode dizer que não sabia. Por mais que há 7 anos, 10 anos de seu tempo, eram profecias, parecia distante e ninguém sabia para quando era, mas, em seguida, toda a cena é iluminada, não é, todos os eventos estão lá e tudo está instalado para o ato final, a cena final, e encerra-os certamente. 

Portanto, não é uma escalada ou desescalada, é uma revelação total, bruta e abrupta mesmo eu diria, que em alguns casos, essa é a Luz, e não como você pensa, como você imagina-o, como você planeja, mas como é para cada um. 

E isso são seus véus da ignorância, que você tem escondido, você não queria ver, ou porque você não quis ver, fosse porque também não pôde vê-lo, que agora tem de ser visto na íntegra. E da forma como reage, ou não, desenrola-se muito exatamente o vosso Face a Face. 

Não é amanhã, não é daqui um ano, ele começou no início deste ano. 

Há vários anos, eu disse que a Estrela anunciando a Estrela, tivemos várias à disposição, e que a que seria visível seria a que é referida, no hemisfério norte certamente, e é exatamente o que acaba de passar-se, não é? 

Agora vou retirar-me e somos todo ouvidos, todos juntos, para ouvir as suas outras perguntas, e deixarei retornar quem quer responder à pergunta seguinte. 

Se não retorno, transmito-vos todas as minhas bênçãos, e se retorno, transmitir-vos-ei de novo. 


Pergunta: No mundo conturbado em que vivemos, qual o lugar da verdadeira compaixão para com os seres humanos em grande dificuldade ou para com o mundo vegetal ou animal? Ela cria relações energéticas na matriz e estas relações provocam obliquidades em relação ao destacamento que devemos ter? 

Eu sou o Arcanjo Anael. 

Filhos amados da Lei do Um, o que exprimiste e seu questionamento sobre a compaixão é, na verdade, para debater, por assim dizer. 

Por que eu prefiro, por minha parte, definir, antes de falar sobre a compaixão, o conceito de serviço. Esta noção de serviço e devoção é certamente diferente de compaixão e os efeitos, é claro, às vezes são diferentes, se não mais, muitas vezes opostos. 

A compaixão pode se expressar, como você mesmo o disse, pelo o coração ou o ego. 

O que lhe permite diferenciar a compaixão do coração da compaixão do ego? 

A compaixão do coração não é acompanhado de qualquer emoção, a compaixão torna-se ela própria em certa medida destacada. 

Não é uma questão só de empatia, ou seja, de viver o sofrimento do outro, mas através de sua oração silenciosa e não como um pedido, de ser capaz de apagar, limpar com esponja, se posso dizer, de absorver um pouco do sofrimento do outro. 

Isso tem sido possível para um número de almas, entre elas, mais perto de vocês, é Teresa de Lisieux, aquela que, por meio de seu sacrifício e do sacrifício de sua alma, ajudou e tomou em carga, em nome do Cristo, diversos elementos de sofrimento. 

Isto não está disponível para todas as almas, porque há, neste nível, o que eu chamaria de um projeto de alma e de limitações neste projeto de alma, que ainda continua existindo enquanto a alma não for liberada inteiramente da matéria e enquanto não ela não se voltar inteiramente para o Espírito. 

Compaixão, como você disse, é, portanto, exprimir-se do Centro do Ego ou do Centro do Coração, e, claro, os resultados, os comentários, as conseqüências não são as mesmas. 

Compaixão, mesmo através da empatia, representa (um elo) uma relação.
Serviço e devoção é um ato que corresponde ao efeito de compaixão, mas sem quaisquer efeitos negativos no sentido de uma relação. 

O Serviço e a devoção são Dons.
Às vezes a compaixão pode ser também a expressão inata, diria, de uma pessoa, ou seja, é a sua natureza, correspondendo geralmente à uma sensibilidade importante ao nível do seu próprio sofrimento como o sofrimento do outro. 

De fato, reagir ou simpatizar com o sofrimento, servir ou ajudar aqueles que estão com dor, requer alguma forma de identificação ou pelo menos uma experiência prévia deste sofrimento é tomado como para si mesmo. 

Mas, para além da explicação, devemos também olhar para a razão desta manifestação e observar-se a si mesmo, ou se cada um de vocês expressar ou manifestar compaixão, estar na compaixão do coração, em vez de na compaixão do ego. 

A compaixão do ego é acompanhada sistematicamente de emoções e do despertar de feridas internas e anteriores. 

A compaixão do Centro do Coração não é acompanhada por qualquer (reavivamento) e uma neutralidade emocional, e diria mesmo de uma neutralidade mental. 

A Compaixão é o estado normal daquele que está na Morada Suprema da Paz.  
Não tem necessidade de dizê-lo, é sempre a compaixão do coração pela forma carinhosa com que olha para o que for encontrado no seu caminho, que aquilo seja a folha de grama, como o ser o mais insignificante de acordo com os seus critérios, como o ser o mais significante de acordo com os seus critérios. 

Assim, observando-se os resultados de sua própria compaixão expressa sobre tal coisa, como uma pessoa ou situação, você pode observar o que ressoa dentro de você. 

Isso significa que, se houver ressonância, há um lembrete de sua própria dor e sua própria experiência de sofrimento. 

Se não há ressonância neste momento há liberdade e manifestação do Centro do Coração, da compaixão que se traduz em nenhuma ressonância, nenhuma memória, nenhum afetar e sobretudo nenhuma identificação a este sofrimento, mas à Eternidade do que sofre, se for uma pessoa, ou o efêmero que sofre, se se tratar de uma situação. 

Assim, as consequências são profundamente diferentes. 

A compaixão expressa pelo ego mantém o ego e fecha-o em seu próprio sofrimento, compaixão expressa ao nível do coração resulta em uma liberação de seu próprio sofrimento, se ainda existia um.  

Assim por conseguinte no primeiro caso há emoção, há racionalização, houve um balanço do mental, houve pensamento iterativo sobre o mesmo problema. 

Na compaixão expressa desde o Centro do Coração, há Alegria, há Paz, e há o olhar que abraça este sofrimento com o mesmo olhar das maiores das alegrias. 

Aí está a diferença essencial. 

Obviamente os resultados do que eu nomearia o alvo, que aquilo seja a pessoa, a situação ou um objeto, não é, obviamente, a mesma coisa. No primeiro caso, o da compaixão do ego, há instalação numa mesma ressonância do sofrimento que chama à manutenção de uma relação e a sua não dissolução. 

É, por exemplo, do mesmo modo ao nível coletivo quando chega, sobre esta terra, em processos comemorativos de grandes sofrimentos, quaisquer que fossem, independentemente do povo que é referido, porque neste caso, traz no presente um elemento de sofrimento do passado que se refere, desta vez, à coletividade e não ao indivíduo. 

É do mesmo modo em você quando há sentimento e expressão sob qualquer forma que seja de compaixão. Observe os efeitos sobre você porque os efeitos fora não serão o mesmo. 

Num caso, a do coração, compaixão do coração, há liberdade e libertação mesmo da situação que gerou esta compaixão. 

A compaixão torna-se espontânea, e ela não tem nem necessidade de nomear-se ou rotular-se, nem desenvolver-se, porque faz parte da natureza essencial do ser vivo no centro do coração. 

A compaixão do ego chama a sua declaração, a sua manifestação, e sobretudo cria uma relação sobre o objeto, o assunto ou a situação que está em relação com esta compaixão. 

Isto traduzir-se-á então em pensamentos iterativos, a necessidade de recordar a cena ou o acontecimento, ou a pessoa, com uma necessidade de relação, uma necessidade de sentimentos que não será nada espontânea. 

Você o compreendeu, a compaixão do coração emana espontaneamente, sem nenhum desejo, sem nenhuma memória e sem nenhuma vontade. 

A compaixão do ego obedece a uma estrutura moral ou uma estrutura que você possui que é única para cada um, sobre a sua concepção de justiça e injustiça. 

É claro que em um caso, na compaixão do coração, o coração libera, queima as relações e torna livre. A compaixão do ego fecha-os em esquemas e que não têm nada a ver neste momento com o Serviço ou a ajuda prestada, ou o auto dom . Porque aqui trata-se apenas de um dom de fachada ou que de uma atenção levada para alimentar outra coisa que não a libertação do sofrimento, da situação, a matéria objeto ou sujeito, tal como a si mesmo. 


Assim, para o que é observado em você e fora de você, é muito fácil, eu diria, réexpressando ao mesmo tempo que a compaixão natural é o estado natural daquele que está instalado no coração.  Quaisquer que sejam as circunstâncias deste mundo, não pode de forma alguma ser afetado por aquilo que é de natureza efêmera. 

Ora o sofrimento pertence de maneira irremediável a este mundo e não tem nada a ver com os mundos da Liberdade. 

O sofrimento, eu vou lembrá-lo, é sempre o resultado do medo, que se resulta das camadas isolantes que impedem ou impede que um ser humano, qualquer que seja, por vezes, veja a verdade nua e crua. 

Permita-me viver um momento de comunhão com vocês e retirar-me em seguida. 

Silêncio, Comunhão.

Bem amados Filhos da Lei do Um, eu lhes digo até logo ou até breve. 



Pergunta: A que corresponde o fato de ver um triângulo branco na testa de um irmão ou irmã? 

Eu sou Sri Aurobindo. 

Irmãos e Irmãs em Humanidade, que a Paz, a Graça nos acompanhe em nossas respectivas Presenças. 

Amada e querida irmã, a sua questão corresponde ponto por ponto, ao que eu tinha escrito sob o ditado de Cristo, aí está mais de 2000 anos. De fato, tendo sido dito que ninguém poderia comprar ou vender, se não fosse marcado do sinal da besta na mão ou na testa. Mas também foi dito que o chamado e escolhido seria marcado na testa e chamado um por um. 

Desde 30 anos chega sobre a Terra uma série de vibrações, de Energia e Luz que codifica para a Liberdade e o levantamento do conjunto dos véus. O Apocalipse, como vocês vivem agora, está realmente focado nesta batalha final, por assim dizer, entre as forças das trevas e as forças da liberdade. 

Hoje, você tem ilustrações em suas vidas, qualquer que seja a natureza, qualquer que seja a sua importância ou a sua insignificância de acordo com o vosso olhar, qualquer que seja a sua importância no plano da alma, qualquer que seja a sua importância sobre o grau de descoberta do vosso Espírito. 

É claro que Cristo tinha me dito que, antes do juízo final, haveria uma chamada, chamada individual, aquilo que alguns entre vocês já o viveu, e lá respondeu, desde então, por conseguinte, para os mais antigos entre vocês, desde 30 anos. 

Outros vivem esta Chamada Individual de maneira mais recente. 

A consequência é a revelação que permite a fusão das dimensões eternas e as dimensões efêmeras chamados de formas diferentes por todos estes anos: da Lagarta à Borboleta, a Metamorfose, a Ascensão, a Comunhão, a Fusão ou a Dissolução do seu Corpo de Estado de Ser no vosso Corpo Efêmero que atualiza, de maneira definitiva, este Corpo de Estado de Ser que era, eu vos recordo, fechado no Sol. 

Hoje, são numerosos sobre esta jornada da Iluminação ou sobre esta liberação mesmo da noção de Iluminação e deste mundo. 

Assim, nesta Fase Final e antes de ser apresentado a Cristo para o vosso Face a Face final, antes mesmo do Anúncio de Maria, o conjunto dos Chamados e os Eleitos foi marcado na parte da frente( na testa), não por um sinal visível mas por um sinal de Luz que corresponde ao Triângulo de Luz branca que pode ser visto, de fato, como também é sentido por aquele que o tem, como um Triângulo que se apresenta por momentos com a ponta para cima e por momentos com a ponta voltada para baixo, de acordo com a ativação das linhagens, mas do qual a cor é uniformemente branca, com às vezes irisações, brilho amarelo e violeta. 

Isto corresponde ao fato de Ser Liberado de maneira definitiva e incondicional do confinamento. 

Você reencontrou, para os que levam este sinal, uma parcela ou a totalidade do vosso Espírito dando-lhe a certeza de viver o processo de Ascensão sem qualquer dificuldade. 

Isto é um sinal de adesão que vai bem para além das palavras, bem para além das interrogações, mas que é a certeza de que você é neste momento o que nomeei naquela época o Ungido do Senhor, ou seja, os que receberam Unção do Senhor e que é por conseguinte Cristo em Manifestação. 

Certamente os irmãos das trevas, neste momento, marcarão também a testa dos seus seguidores com o sinal da besta, não o sinal que permite comprar ou vender, mas, mais um sinal situado no mesmo lugar, representando a ausência de Luz qualquer que seja (nenhuma Luz mesmo), igualmente da Ilusão Luciferiana, à da Luz do restabelecimento da Verdade relacionado ao faro psíquico liberado, nomeado a Coroa Radiante da Cabeça e não apenas o terceiro olho. 

Aí está, a certo tempo, tinha sido dito a vocês que os Triângulos elementares da cabeça ativar-se-iam ponto por ponto, cruz por cruz e também, triângulo elementar por triângulo elementar. 

A falsificação teve lugar sobre o princípio do Fogo invertendo o Fogo do Espírito, transformando-o num fogo material ou fogo vital. 

O Fogo Vital não é o Fogo Vibral. 

O Fogo Vital manifestar-se-á pela predominância do caminho da encarnação mesmo ainda sendo uma 3D unificada. Estes servidores são marcados na testa por um triângulo de Luz de cor escura. Recordo-vos que a Luz preta é uma cor e não a ausência de Luz. 

Da mesma maneira que um dos Intervenientes dos povos Vegalianos teve a oportunidade de expressar esse conceito e, em seguida, para significar que você é visível à nossa consciência de acordo com a Luz que você emite ou não emite. 

Isso também, é por este triângulo de Luz situado sobre a testa, ou escuro, ou a ausência de triângulo, que será feito, eu diria, o recrutamento e a evacuação para os que devem ser recrutado ou evacuados de uma maneira ou outra. 

É uma frequência electromagnética precisa, emitida pelo que foi nomeado a vossa glândula pineal em associação com o hipotálamo e associação com o que é nomeado o átomo-semente do Coração que dá esta coloração. 

Se o Fogo for liberado, o Triângulo elementar do Fogo ao nível de sua testa ficará branco. Se está em cursos de liberação ou luta, pode tomar outra cor, avermelhada. 

E por último a ausência de Luz traduz neste momento uma escolha material a quando da liberação. 

Quem não tem (ndr.: o triângulo), recordo-vos nada há a ser julgado, de forma alguma, mas simplesmente a ser aceito como a verdade de cada um, para que cada um possa viver o que tem a viver, em total autonomia e na sua própria concepção de Liberdade. 

Isto a vocês aparecerá cada vez mais claramente. 

Devido ao que eu nomeei há quatro anos, a Fusão dos Éteres.  Esta Fusão dos Éteres, esta Obra no Branco, esta Obra no Azul. 

Este trabalho é acompanhado hoje pela Revelação, pelo seu olhar, ao vivo, do que é nomeado esta Atribuição Vibral e Atribuição Vibracional, através do Triângulo do Fogo presente na testa. 

Permita Irmãos e Irmãs Humanos trazer-vos a minha Paz uma vez mais. 

Eu me retiro.

****

Tradução Célia M.

http://www.lecollectifdelun.com/t3464-OMA-ANA-L-SRI-AUROBINDO-24-01-2015.htm#p32264

https://lestransformations.wordpress.com/2015/02/04/oma-anael-sri-aurobindo-24-janvier-2015/

2 comentários: